terça-feira, 8 de novembro de 2011

Sombras como Suspiros


À minha volta eu vejo sombras que não se parecem com as coisas que me rodeiam.
Grotescas e mal formadas, silhuetas, deitadas e esticadas atrás de mim.
O céu parece estar azul e limpo, então porque é que parece estar tudo escuro como se estivessem escondidos atrás de nuvens pretas?
O sol deveria ser brilhante e quente, deveria dar vida ao mundo. Mesmo assim, tudo parece frio, e tudo o que vejo são manchas cinzentas que sugam toda a energia do mundo á minha volta.
Momentaneamente, vejo o mundo mudar para um frio e escuro lugar que me é familiar.
Milhares de "casas de fábrica" de repente ganham vida, tornando-se terrivelmente únicas nas piores maneiras.
Nenhuma delas se parece com os seus vizinhos, todas falam uma língua diferente com uma voz diferente.
Depois elas voltam ao "normal" e tudo fica "bem" no mundo.
Todas as caras, são máscaras.
Todos os nomes, são mentiras.
Todos os sussuros, são gritos.
Todos fazem de conta que pertencem às "casas de fábrica". Seguindo a ideia de "normalidade".
Mas eu sei melhor, eu consigo lê-lo nos seus olhos.
Cada um deles tem milhares de ideias e experiências únicas.
E, ainda, cada um deles continua a pensar que pertencem nas "casas de fábrica". Cada um deles acredita que é uma pessoa normal, vazia e desinteressante.
Estão todos convencidos que devem comportar-se e parecer de uma certa maneira, só porque uma voz metafíssicamente abstracta lhes disse.
E eu sei que todos chegamos à mesma conclusão, que lá no fundo, ninguém é igual e nunca ninguém terá uma vida de "casa de fábrica", com experiências de "casa de fábrica".
Portanto, porque é que continuamos a fazer de conta que somos todos o mesmo?


*"Casas de fábrica" - As típicas casas dos subúrbios, onde são todas iguais e monótonas.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

I´M NOT (in)SANE!

Pensamentos desentendidos, oportunidades desperdiçadas, momentos de desespero.
Tudo em tão pouco tempo, tem que significar alguma coisa. Ou não.
Cada vez me apercebo mais que não sei nada, mas também nada faço para perceber.
Talvez por causa da minha idade, talvez por primeiro querer saber o meu próprio limite.
A verdade, é que toda a gente erra, mas os verdadeiros ERROS, são aqueles que nada aprendem com os erros. Sim, cada um é como é, e existe sempre alguém que goste deles assim. Com todos os defeitos.
Se calhar nunca aprenderam a ser de forma diferente, logo, não se podem arrepender.
Se já levei por tabela? Demasiadas vezes. Mas pronto, life's a bitch, and I'm cool with it.
Por isso, em tempos de desespero, há que se pensar nas memórias, novas e velhas.
Pensar na dor e pensar nas brincadeiras, pensar que quando uma fase da vida acaba, uma nova começa.
Por agora, tentar esquecer, tentar fazer de conta.
Mas quando te apercebes da realidade, tudo te cai.
Algum dia, Tudo morre.
Por isso se diz:
"I'm a mother fucking BIRD, and I gotta fly!"

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Tudo

Caí e serei esquecida.
Como uma música á espera de ser ouvida.
Tudo o que sou e serei, faz parte do ontem, do hoje e do amanhã.
A minha força e a minha confiança, caíram.
Quero perder tudo, sou uma pessoa tóxica para as pessoas que fazem parte da minha rotina, hoje pensei "Vale a pena? Mas será que vale mesmo a pena submeter as pessoas á minha volta a todos os meus defeitos? Defeitos estes que falam mais alto do que as qualidades?" Não, não vale.
Eu imploro, imploro que me ouçam. Mas já ninguém quer ouvir.
Sou mais magoada do que amada, sou mais invejada do que admirada.
O pecado faz parte de mim, a santidade, nada me diz.
E como toda a gente, criei uma rotina, que está a cair, mas mesmo assim, ainda me surpreende.
A minha alma pede-me para expulsar toda a mágoa, todo o arrependimento e toda a tristeza.
Ela pede-me que eu me perdoe, que aprenda, que aceite, simplesmente, para não sofrer mais.
Mas que posso eu fazer, se a droga mais forte é a tristeza?
Hoje sinto-me enfraquecida, o meu cérebro está atrofiado.
Com isto digo, estou cansada.
Invejo quem tem tudo e não o vê.

domingo, 17 de julho de 2011

Confusão

Confusão é o que me invade a mente. Tudo o que existe em meu redor se torna cada vez mais confuso, chega mesmo a ser triste.
Hoje perguntaram-me se achava que o primeiro amor pode durar para sempre, a minha resposta foi não, tinha a certeza que não, no entanto, após alguma reflexão sobre o assunto, cheguei à conclusão que para mim não, mas para umas pessoas sim, é chato chegar a essas conclusões com algumas pessoas, porque acabo por me perder no tempo e no espaço, tentando perceber se os meus pensamentos são baseados em factos verídicos, fico a pensar que sim e isso confunde-me profundamente.
Cada vez mais me quero afastar de toda a gente, pois o medo de perder alguém torna-se demasiado, quase insuportável.
Tenho pena que seja assim, tenho pena que ninguém me possa dar certezas, que ninguém me possa reconfortar.
Portanto, cheguei a uma conclusão, vou-me deixar estar como estou e não me vou entregar demais a ninguém.

That's All.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tretas e afins.

Como o título sugeste, isto vai ser um assunto de treta, mas pronto...
Ora bem, eu não gosto de stresses, tento ser uma pessoa pacifica, e quero tudo á minha volta uma paz imensa. Mas no entanto, parece que toda a gente quer arranjar problemas... Não entendo.
Problemas entre grupos, é como os gatos á porrada para foder, é necessidade de mostrar que são maiores ou melhores. Eu sinceramente, estou farta deste assunto, por mim dava-se toda a gente bem, até podia ser cada um para o seu canto whatever.
Mas parece que deu assim um flash ao pessoal que faz com que se queiram mostrar agressivos, ou seja, uns mandam bocas, os outros interpretam mal e mandam bocas de volta, etc, etc, por aí adiante, até chegarmos ao ponto de ruptura.
E infelizmente, nesse ponto de ruptura entram pessoas que não têm nada a ver, tipo eu. Eu estou completamente neutra, bandeira branca com uma folhinha de cannabis no meio.
Eu tento resolver as cenas e depois fazem pior. A única coisa que tenho a pedir a toda a gente em geral é, acabem com isto que estão a perturbar a minha paz, e isso é chato porque já me está a fazer comichão no nariz...
Vá, agora reflictam, e aqueles que se desviarem dos problemas ganha um prémio... Juízo.

Obrigado por lerem a minha opinião, e sim, isto é mesmo para toda a gente.
Até uma próxima..

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Música

"O que é música?"
Um rapaz perguntou-me isso hoje.
Abaixei-me para que os nossos rostos ficassem ao mesmo nível. E então, com um grande sorriso eu perguntei-lhe.
"O que é que te importa? Está tanta gente na rua, porque é que és tu que te importas?"
Ele olhou para mim, com os olhos demasiado pensativos para a sua idade, e respondeu.
"Porque eu quero fazer boa música."
Sorri, e deixei-o saber que tinha gostado da sua resposta.
Ele ficou feliz e retribuiu-me, de imediato, o sorriso.
"Dá-me a mão." Disse-lhe. "Anda comigo, e eu vou-te mostrar coisas que fazem a própria música."
Ele colocou a sua pequena mão na minha e começamos o caminho.
Naquele momento não sabia o que fazer, ele confiava em mim..
Mas fomos caminhando, até que eu comecei a enumerar algumas coisas que contribuem para o nascimento da música.
"Música..." Disse-lhe. "...é a harmonia no mundo, reunida para criar uma infinidade de sensações. A música é os nossos passos no chão. A música é o meu caminhar contigo. A música é aquele casal antigo, vê como são idosos mas, vês como eles se olham nos olhos com imenso amor? Não gostavas de crescer e ser como eles? Seres a tua própria música?"
"Sim." Disse ele. "Eu gostava de ser a minha própria música."
Eu pensei e disse que isso era bom.
"Música..." Continuei. "...é o coerência fonética, entre um começo e um fim, definido como 'aquele que faria'. A música é o trânsito de madrugada. A música é o vento soprando nas árvores, de noite. A música pode soar ao que tu quiseres. Nós estamos em todo o lado, rodeados por música."
O rapaz olhou para mim, de maneira estranha mas amável.
E perguntou com um suspiro. "Tudo o que eu quiser?"
"Tudo o que tu quiseres." Respondi. "Música é uma mistura de sons para dar forma a algo novo, quer seja lindo ou horrível. Música, é um sem abrigo a ganhar tostões apenas pela sua guitarra. Música é os suspiros e gemidos dos que fazem amor. Música é o ritmo agradável de uma bem conhecida sinfonia. Pode até ser formada por vozes humanas, que agradam aos ouvidos ou perturbam a mente, mas isso depende."
O rapaz puxou a manga do meu casaco naquele momento. Ele acenou e eu obedientemente caí sobre um joelho. Olhou-me solenemente, com um cálculo adulto. E, finalmente perguntou. "Será que isto é música? Os gritos de vozes enfurecidas dos bêbados da casa ao lado? Um gato a 'gritar' no calor? O som de uma garrafa de cerveja a ser partida? Ser atingido por todos os lados até não me poder mexer, ou simplesmente, ser tocado onde me sinto violado? As conversas das prostitutas da rua, ou os suspiros que deixam saber quando a droga entra no corpo?"
Olhei novamente, com atenção, para este pequeno rapaz. E pela primeira vez vi as cicatrizes e os hematomas. Que este pequeno músico tinha pelo seu corpo. Ele tinha vivido uma vida curta mas difícil, era fácil de ver. Nesse momento senti muita pena pelo meu novo amigo.
No entanto, os seus olhos olhando para trás com orgulho, desafiaram-me a falar.
Eu pensei por um momento, de seguida peguei na sua mão pálida e respondi.
"Sim, isso também é música."

That's All

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Assombra-me

E eu aqui a pensar que a dor subside, vendo o seu caixão baixando, com o desvanecimento das minhas cicatrizes, mas não...
Ele só entrou em hibernação, esperando, sonolento, com emoção pelo momento em que vi o seu rosto nas fotografias, para persuadir as lágrimas que vêm por de trás dos meus olhos.
Como pode ser um sorriso tão sem vida?
Como pode ser o mar tão calmo durante uma tempestade?
Dizer que a culpa não é minha, seria a pior mentira.
O verde que travou tão fortemente o meu azul, nunca foi tão cego.
Quase que consigo ouvi-lo chorar debaixo dos meu pés.
Arranhando a madeira para a fazer desabar.
Desesperadamente, tentando dizer-me que ele não me deixou. Pelo menos não de propósito.
E nada vai bloquear o som.
Dia e noite, ele implora o meu entendimento, o meu perdão.
Mas não há nada a perdoar.
Talvez, porque eu nunca o amei, para começar.
Talvez fosse uma ilusão que se plantou em mim. Quando eu vi a tristeza, o anseio nos seus olhos..
Talvez, tudo o que eu queria, era que ele fosse feliz. Mesmo que isso significa-se que eu teria de mentir.
Então eu devo pedir desculpa.
Perdoa-me por favor.
Porque eu não me importo que tenhas partido.
Culpa é o que aperta os meus pulmões.
E arrependimento é o que faz as lágrimas chegar..

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Passagem de um sonho


Havia algo na minha cabeça, uma vez, um sonho que eu acho que se chamava Ele. Ele estava ferido, pendurado num dos cantos da minha mente, por um fio.
Perguntei-lhe porque e como é que ele tinha chegado, e ele disse-me que era o produto do mundo imaginário de criança, o mais simples dos sentimentos, felicidade e amor. A sensação de liberdade que decorre ao ser jovem.

"Lembras-te de mim?" Perguntou ele. "Foste tu que me crias-te. A única a dar vida a uma fantasia flutuante e deixá-la criar raízes". Quando eu disse que eu não me conseguia lembrar, de quando ele nasceu, que estava num lugar e tempo esquecido de mim, parecia ainda mais fraco, encolhendo-se em si mesmo como a sua aderência solta. "Tu perguntaste-me como é que eu vim aqui parar. Foi apenas por uma razão. Uma vez eu venci, brilhante e ousado, alimentado por confiança e fé... a tua. Mas desvaneceram e diminuíram. Como começas-te a ver o mundo real, vies-te a saber o que é estar vivo, afastaste-te de mim, em desespero, acreditando que perder tempo com o improvável era para desperdiça-lo completamente. Em vez disso, contentaste-te em simplesmente sobreviver. Desistis-te dos teus sonhos de teres um emprego estável, um rendimento estável. Para teres um tecto sobre a tua cabeça e comida na mesa. Tu perdes-te pedaços de ti ao longo do caminho e eu sou o último, agarrado à borda, na esperança de algo vir a mudar ".
Isso chocou-me, esta resposta, na sua verdade flagrante. Por muito tempo eu tinha-me dito que como eu estava a viver era como a vida era para ser. Lenta, constante e segura. Eu tinha pensado que era uma coisa boa. E ainda mesmo que agora eu podia ver que isso não era verdade, que minha vida estava estagnada na sua simplicidade, eu sabia que não poderia fazer-me mudar, por medo do que aconteceria se eu tentasse. Mesmo quando eu percebi isso, o meu sonho cintilou melancolicamente, reconhecendo a minha decisão. 
A minha cobardia.
"Está tudo bem". Acalmou. "Eu entendo. Não precisas de te sentir culpada. O mundo em teu redor é um lugar cruel, implacável. É melhor, talvez, que sejas capaz de suportar, do que arriscar tudo o que sabes ser um desejo infantil." Enquanto eu o segurava perto de mim, oferecendo o pouco que pude para facilitar a sua passagem, o brilho suave finalmente saiu.
Desmaiou nos meus braços e, em seguida, desfez-se em pó, deslizando através dos meus dedos, levando com ele o resto do que-poderia-ter-acontecido.
Testemunho da passagem de um sonho.


That's All.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quando tudo parece bem.

Vou começar este texto dizendo que quando tudo parece bem, é aí que devem fugir, pois é sinal que vai haver merda.
Com a maior parte das pessoas é assim, e passo a dar o exemplo do Japão. Está tudo muito lindo e tal, com os japonas a fazerem anúncios com o Schwarzenegger a fazer DIVERSAS coisas ridículas! (até deixo aqui dois links: http://www.youtube.com/watch?v=hg8rSLfwK_g  //  http://www.youtube.com/watch?v=jcfI0gf9oDc ) Quando derepente, assim do nada, PUMBAA o Japão é atingido por um tsunami que dá cabo de uma estação nuclear e fica tudo fodido para o lado deles. Mas no entanto também existem pessoas que funcionam ao contrário, ou seja, se parecer estar tudo bem, é porque está mesmo. Se não parecer, é porque não está mesmo. Até podia dar um exemplo, mas não me apetece. Portanto xau aí.


P.S. Eu sou pessoa de criticar coisas que as outras pessoas fazem, quando não entendo porque é que o fazem. Bem, hoje entendi porque é que algumas pessoas fazem uma determinada coisa, e compreendo, perfeitamente até. E se eu revela-se o que é esta coisa, muita gente ia ser como eu, e ia criticar. No entanto é o que mais me apetece fazer neste momento, mas não o vou fazer, não o acho correcto, apenas vou ter de aguentar, como sempre fiz e sempre farei.

That's All.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Secalhar, sou uma metáfora.

É como se tivesse 6 anos outra vez, com os dedos embrulhados na mão de outra pessoa. É como se me tivesse perdido e nem me importa-se se fosse encontrada. Lá fora está muita luz e o sol provoca-me desconforto, inflamando os meus ossos sob a pele. É como se eu estivesse a dormir no passeio e estivesse deixando rasto de encontro com a minha cara e as palmas das minhas mãos. Mas, de manhã, não vai importar, visto que o mundo está em chamas. E tudo o que eu sou é um sopro que não consegue apagar o fogo. Ou uma nuvem de chuva, sem o revestimento de prata que vai derramar toda a preocupação para longe.
É como se eu tivesse dezasseis anos outra vez, apertando os dedos contra outra garrafa de vidro ou contra o lavatório. É como se me tivesse afogado no passado e soubesse que não ia ser salva. Esta escuro no quarto e eu estou a respirar muito alto pela minha boca visto que não consigo esconder a ansiedade atrás dos meus lábios. É como se eu estivesse ajoelhada no chão da casa de banho a convencer-me acreditar, para que eu possa fingir que esta doença é mais como rezar. Mas daqui a uma semana não vai importar, visto que estou a sangrar por dentro, mesmo sem o saber. Tudo o que sou é uma raça em extinção com sílabas de overdose que soam a arrependimento. Ou uma rapariga a arder que não consegue ficar bêbada o suficiente para esquecer.
É como se eu fosse muito nova, com os meus dedos segurando os lados das minhas costelas para me manter no lugar. É como se eu tivesse saído pela porta e alguém atrás de mim a tivesse batido, como sinal que não poderia voltar. Tem chovido durante semanas e eu finalmente sinto que talvez me possa limpar. É como se eu estivesse em pé no meio da rua com gotas de água no cabelo e nas pestanas. E vai importar cada vez que eu pestanejar, visto que estou presa na corrente. eu sou um rio. Eu estou a mudar. Até que tudo o que eu sou é o vidro do mar sobre a costa ou o rebentar das ondas brilhantes na areia. Tudo o que eu sou é uma segunda oportunidade para fazer algo maravilhoso. Para ser algo maravilhoso.
É como se eu me tivesse finalmente apercebido que tenho vivido no passado e não tenho vivido de todo.

P.S. Isto é uma história inventada, nada disto é real.

segunda-feira, 21 de março de 2011

C'est La Vie.

Caros ouvintes, venho por este meio comunicar uma enorme tragédia da qual não sei se vão recuperar.
Pois, ora aqui vai.
Ninguém tem o direito de fazer escolhas pelas outras pessoas! (Peço desculpa, caros ignorantes, mas sim é verdade)
Cada pessoa tem direito a errar as vezes que forem precisas para aprender. Pois, a meu ver, nós só cá andamos para irmos aprendendo sozinhos, não para chegarmos cá e termos logo muitas pessoas a opinar as suas coisas e "Deves fazer assim e assado". Peço desculpa, mas eu não dou ouvidos a ninguém, eu prefiro aprender sozinha e acabar na merda, mas ao menos tirar uma lição da situação.
Como, não me apetece abordar mais este tema, vou ficando por aqui a ouvir os meus queridos Korn e aproveito e puxo de mais um cigarrinho para aliviar o stress.

That's All.

sexta-feira, 11 de março de 2011

É verdade!

Ora bem, aqui estou ás 3:30 da matina, a escrever este texto, visto que não consigo dormir.
O tema que eu mais uma vez quero abordar é a realidade.
Como já referi num texto anterior, tudo o que começa, acaba.
Tudo tem um fim. Quer seja uma amizade, um relacionamento, um casamento e até a própria vida.
A vida é mesmo assim, não há cá para sempres nem até ao infinito e mais além. Há o início de uma frase, e o ponto final que a acaba.
Até já me vieram dizer que ás vezes preferiam viver eternamente num sonho por a realidade ser tão dura. Pois eu acho o contrário. Para quê andar a viver uma ilusão se o mundo real é muito mais cheio de aventura? Nunca sabemos o que vai acontecer e só o facto da nossa existência é fascinante. Enquanto que os sonhos são controlados pelos nossos gostos.
Viva o mundo real, viva a vida com todos os desgostos e presentes.
Existe sempre uma aventura ao virar da esquina, ou seja, se pensarmos bem no caso, é impossível haver rotina, é impossível a vida ser monótona.
Pode ser um velho que vos elogia ou então assistir-mos a um assalto, um dia nunca é igual a outro, e eu adoro isso.
E demorei exactamente 10 minutos a escrever isto, agora vou fazer qualquer coisa nada casual e nada dentro da rotina.

Xau aí, kiwi.

That's All.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Tempo.

O tempo muda tudo, com o tempo vem o esquecimento.
O esquecimento de certos momentos importantes na vida. Dos quais, por sinal, algumas pessoas importantes fizeram parte.
Pelos visto esquecer é fácil. Pois eu não esqueci. Perdoar é mais fodido. Não vai acontecer.
Uma pessoa pode fazer de conta, mas não perdoando, não esquece.
É um ciclo vicioso do qual eu não gosto nada.
Tentas uma, tudo bem. Tentas duas, ainda é naquela. Tentas três, quatro, cinco, seis vezes e já é um esforço do caralho. Mas o que é demais é exagero. O que é demais é burrice.
Eu sou daquele tipo de pessoas que perdoa sempre. Até um certo ponto. Quando não há esforço das duas partes, é porque já não vale a pena.
Pois eu cheguei a essa conclusão.
Não vale a pena.
Desejo-te tudo do bom e do melhor, espero que tudo corra bem, alguma coisa, não vale a pena vires falar comigo.
Agora que mais uma vez conseguiste deixar-me fodida, digo-te xau aí kiwi, espero que te tenhas rido muito com este texto.
Beijinhos no umbigo e no canto do olho.

P.S. como uma vez me disseram, eu cito exactamente o seguinte (a parte mais importante): "Todos dizem que eu tenho o que quero, mas se eu o tivesse era feliz não? Estou farta de me continuar a perder. Tu fizeste-me perder-te. BF, Adeus"

That's All.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Random. :)

Apetece-me escrever pra aqui, portanto aqui vai xD
Hoje estou especialmente de bom humor! Coisa que não costuma ser muito habitual.
E isso devesse a hoje ser uma daqueles dias a que chego a conclusões que fazem tudo ter sentido. ás vezes tenho destes dias.
Hoje cheguei á conclusão que não posso ficar triste porque alguma coisa não corre da maneira que imaginei. E (!) se for uma coisa que valha a pena, continuo a lutar, se não for que sa foda xD
E tenho de deixar de ser menos obcecada por certas coisas, a partir de agora vou deixar as coisas correr, se correrem como eu quiser ainda bem! Fico MUITO feliz :)
Se não... Que se lixe, ainda tenho muitos anos pela frente.
Mas sim, foi uma boa conclusão xD
Mas um á parte: hoje consegui fazer 6 furos de uma vez, aguentei todos seguidos sem dizer um único "ai"! Fiquei bastante orgulhosa de mim xD
^ coisa um bocado estupida eu sei, mas que se lixe!
Vá, vou aproveitar enquanto estou de bom humor para ouvir a Coffee and Cigarretes dos NSN xD

That's All.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Existe uma criança dentro de nós.

Ora bem, como este título indica, venho falar da "imaturidade".
Eu ainda sou jovem, tenho muito que viver e gosto de andar na brincadeira com o pessoal, no geral.
Mas depois vêm estes macambúzios que não sabem aceitar uma brincadeira e levam tudo a mal porque se acham "demasiado crescidos" para certas coisas. Vá lá pessoal, vamos aproveitar a vida como umas crianças (de vez em quando) enquanto podemos!!
O meu pai que tem 70 anos ainda tem os seus momentos de "imaturidade"!
Mas andar por aí a fazer caras de broche e falar indirectamente do pessoal atrás dos computadores, isso SIM é ser imaturo.
Quando se quer dizer alguma coisa, diz-se na cara. Eu fui educada para ser uma pessoa muito directa, e não gosto de merdinhas.
Portanto, como eu referi anteriormente, vamos lá deixar de ser macambúzios e aceitar as brincadeiras dos outros.
Paz e amor, meninos, paz e amor!
P.S. Felizmente sou bastante independente e não preciso que ninguém resolva os meus problemas por mim.